Eu, eu mesma e a balança!!!
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Medo!!!!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Adeus ano velho, que venha o ano novo!!!
2026 chegou e pra mim ele chegou tímido, afinal passei a virada dormindo. Há muito tempo eu precisava dormir como dormi nas festas de final de ano. Assumo que recebi uma ajudinha pra isso mas o acompanhamento médico está aqui, firme e forte.
Não vim aqui falar de promessas para o novo ano e muito menos do que eu imagino que me aguarda para esse ano, vim aqui agradecer o ano de 2025, que ó, está de parabéns! Se tem uma coisa que 2025 me mostrou é que eu sou muito mais forte do que eu imaginava, que ano!
2025 me testou de todas as formas possíveis e imagináveis, foi um ano onde eu aprendi muito, perdi algumas coisas e pessoas, encerrei ciclos, comecei outros, me desafiei, fui desafiada, chorei litros e litros a ponto de deformar o rosto, ainda choro de vez em quando mas nada comparado ao que chorei naquela metade do ano (e óbvio que choro enquanto escrevo esse texto, mas tento segurar pra não borrar a maquiagem). Saí de emprego, comecei em outro, relações terminaram, outras tantas começaram e umas tantas foram fortalecidas, estando perto ou longe.
Ah 2025 como você foi bruto e tão necessário!
Aprendi com você que o luto é um sentimento, ou melhor, um momento, realmente pesado e cada luto vivido é vivido de uma maneira, com sensações, pensamento e reações diferentes. A mesma pessoa, sente cada luto de uma forma e na grande maioria das vezes, não se pode parar para viver aquele momento, como a própria vida. A gente vai vivendo o luto e vivendo a vida ao mesmo tempo, com o peito cheio de sentimentos, a voz muitas vezes embargadas, os olhos cheios de lágrimas mas não temos a opção de parar, apenas vamos com fluxo e vamos disfarçando como podemos e conseguimos. Uma maquiagem mais pesada, um sorriso forçado, um "tá tudo bem" e vamos levando um dia dolorido de cada vez!
Aprendi também que um passo a frente, jamais terá volta, por mais que você volte naquele lugar que deixou pra trás, nada será da mesma forma e muitas vezes nem será possível voltar. Será que você deve voltar? O hábito, o confortável do conhecido gritam pra você voltar e você até quer e tenta mas racionalmente você sabe que não deve, seu caminho em frente é seu e para que você consiga seguir, você tem que soltar muita coisa pra trás.
É difícil, é dolorido, é desafiador, é solitário e nesse solitário aprender a diferença de solidão e solitude é complexa mas é aquela coisa, como não temos muita opção, seguimos em frente tentando disfarçar. Os sentimentos e pensamentos que passam pela cabeça fazem a gente pirar e, ainda bem, tenho uma rede de apoio que me aturou e ajudo nesse momento, mesmo quando me afastei e queria apenas sumir.
Agora o que me resta é reaprender! Reaprender que eu sou, quem eu quero ser e quem eu posso ser, reaprender a gostar de mim, a cuidar de mim, a olhar com mais carinho, amor e cuidado pra mim, aprender a falar não, obrigada. Aprender a me colocar na frente mesmo que cause algum desconforto a terceiros e quartos, a falar com tranquilidade.
É, 2026 será desafiador e espero que assim como eu seja gentil comigo.
Feliz virada de ano pessoal, sabemos que o ano novo é só depois do carnaval, nosso reveillon será em 18/02 e vamos que vamos.
segunda-feira, 28 de julho de 2025
A calça do Dobok
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025
EITA!!!
terça-feira, 5 de abril de 2022
A tempestade passa!
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
Autossabotagem!
sexta-feira, 9 de julho de 2021
A calça flare que não cabia
Toda mulher sabe como é ruim não caber, entrar ou fechar uma roupa. Uma calça jeans então, é pior ainda. Bom pelo o menos pra mim.
Depois de muitos anos em um ramo empregatício no qual uniformes me eram fornecidos, hoje, eu trabalho num lugar onde uniforme não é obrigatório, apesar de eu já estar montando uns pra mim, porque eu não sou daquelas que se preocupa muito com roupa, gosto de sapatos mas voltemos. Ah além de tudo ainda fui vacina contra o COVID-19 (VIVA O SUS).
Além da licença poética de engordar, surtar, chorar, sair e voltar de muitos lugares nessa pandemia, um lugar ainda não consigo sair em definitivo. Trabalhando para isso estamos mas tá osso. Enfim, voltemos pra calça flare.
Hoje, tenho dois pares de calça jeans, o que pra mim é o suficiente, tenho apenas duas pernas. E com isso, acabei "ganhando" uma calça. A tal da calça flare. Apesar da numeração estar correta, 46, sim uso manequim 46, às vezes 44, às vezes 48 mas é nessa média ai (todas as mulheres que chegaram até aqui me entendem). Ah, ganhei uma blusa também. E nem a calça e nem a blusa me serviam. Não pelo tamanho, apesar da calça ter ficado um pouco mais justa na cintura, nenhuma das duas peças me serviram.
Mas Nathalia, reza a lenda de que "De cavalo dado, não se olha os dentes". Realmente não se olha mas não era um cavalo, eram peças de roupa que não me serviam e ficariam ali paradas e acumuladas no armário.
Falei com todas as letras, obrigada pelas peças mas não vou usar. Não servem. A blusa era feira e o modelo da calça nunca foi um modelo que eu gostei mas sempre usei, já que não pagava por elas. Hoje eu posso pagar por elas e quando pago, compro modelos, tamanhos, cores e cortes que me servem.
Existiu um drama, óbvio, pela perda de poder mas eu também tive o meu poder. Eu não só posso, como mereço tê-lo. Afinal, é o meu corpo, a minha vida, meu gosto e minhas escolhas (ainda preciso afirmar isso pra mim, diariamente, pra sustentar mas tem dia que não é fácil).
É isso, estar, usar, ser e viver o que me cabe! O que eu quero, o que eu gosto e o que eu permitir.
Caber! Essa é a pedida.
